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quarta-feira, 27 de julho de 2022

Silence Man - O Paladino do Silêncio!!!

 Aqui cabe um pouco de história e que época bacana pra rememorar!

Estamos falando da segunda metade dos anos 90 quando os Fanzines de Papel ainda fervilhavam e a gente que participava ativamente deste movimento, éramos ansiosos em criar e dar vida no papel às nossas criações, em quadrinhos dos mais variados estilos! Aqui em São Paulo tínhamos até um grupo fixo que se encontrava na saudosa Cultura Pop um espaço alternativo criado pelo herói José Salles ( cineasta, roteirista e escritor) onde nos reuníamos Eu, Salles, Laérçon Santos ( Boca Suja e Bestagem Zines), José Nogueira (Delírio Cotidiano), Marcello Kaskadura e todas as figurinhas carimbadas da Cultura Underground e foi através de Salles que conhecemos outro doido inventivo, o André Pagnossim, cineasta amador e roteirista! 

sexta-feira, 24 de junho de 2022

Máscara Noturna um capítulo à parte na histórias dos Super Heróis Brasileiros

Nota de Edu Manzano: Para esta edição da sessão "Vim, Li e Contei..." trouxe um texto que muito me honrou escrito pelo pesquisador de quadrinhos Vinicius A. Oliveira sobre o anti-herói criado por mim e José salles, o Máscara Noturna desde sua concepção até sua edição, distribuição e vendas ele se mostrou um acontecimento único nos quadrinhos brasileiros, acompanhem a saga...

por: Vinicius A Oliveira


A Semente...
Não é segredo nenhum que o gênero super heróis nos quadrinhos sempre teve uma forte e prolixa produção no Brasil, iniciando na década de 50 e 60 em seus primeiros passos ainda calcados na produção norte americana. Ao contrário do que prega erroneamente o gênero brasileiro soube muito bem desenvolver-se e nas últimas décadas modelar seus próprios conceitos, e características próprias amadurecendo como linguagem narrativa e artística, a exemplo de criações como Meia-Lua de Laudo Ferreira, Gaúcho de Julio Shimamoto, Meteoro de Roberto Guedes, Solar de Wellington Srbek, Cometa de Samicler Gonçalves, Quebra Queixo de Marcelo Campos Necronauta de Danilo Beyruth, e também tantos outros exemplos de iniciativas do meio alternativo de igual riqueza narrativa que infelizmente a limitada visão editorial de nosso país não deixa ver a luz do dia.